Fabio Biaggio — Conselheiro de Empresários

Tem decisão que não dá para terceirizar. Mas também não deveria ser tomada sozinha.

Conselho reservado para sócios e líderes de médias empresas, no momento em que a rota do negócio precisa ser escolhida.

Quando costuma fazer sentido chamar

Faturo mais a cada ano, e sobra menos no fim

A receita cresce e a margem encolhe. Seguir no volume, cortar o que destrói resultado, reposicionar ou vender: a conta não espera a sua decisão.

Um cliente ou um fornecedor concentra o futuro da empresa

Um cliente pesa demais no faturamento, ou um fornecedor domina a matéria-prima. Quando ele se move, a decisão deixa de ser sua.

Cresci, e as decisões grandes continuam todas em mim

A empresa ficou maior, mas toda decisão de peso ainda passa por você. Seguir centralizando, montar uma diretoria com mandato ou trazer um sócio: cada caminho muda o que chega à sua mesa.

Recebi uma proposta pela empresa, ou por uma parte dela

Um grupo maior quer comprar, entrar como sócio ou impor termos, e você está sozinho do lado pequeno da mesa. Antes de negociar, decida se essa é a rota.

Preciso de um investimento grande, e ele só fecha com dívida

Crescer exige uma alavancagem que pode custar mais do que rende. Investir, buscar sócio, crescer menos ou esperar: a resposta depende do que você aceita perder.

O método: Arquitetura de Decisão

Conversa de Diagnóstico

Gratuita · 30 minutos Para entender se faz sentido trabalhar juntos. Primeiro contato com a situação, se houver aderência ou não falamos disso ao final da sessão.

Leitura da Situação

Sessões 1 a 1 · documentos (até 3 semanas) O que está em jogo e o que está sendo decidido de fato, quais caminhos existem. Não o sintoma. A decisão. Sem continuidade automática.

Estruturação da Decisão

Vinculada a um evento ou marco concreto (8 a 10 semanas) A decisão sai estruturada: cenários, alavancas, plano. Não uma recomendação genérica. Uma arquitetura de decisão.

Conselheiro consultivo (opcional)

Um contraponto crítico e independente. Contrato próprio, mínimo de seis meses. Acompanhamento reservado enquanto a rota é percorrida: revisão dos sinais da decisão e das novas decisões que a execução traz. Só para quem passou pelos níveis 1 e 2.

Perguntas frequentes sobre o trabalho de Fabio Biaggio

Que tipo de decisão você trabalha?

Decisões de rota. Normalmente relacionadas a capital, a investimento, a desinvestimento e ao risco do negócio, interno e externo. São decisões em que o empresário entende que precisa ampliar e aprofundar a sua visão, compartilhar o que já está na sua mesa e desafiar as suas próprias premissas.

Por que esse trabalho é importante para a minha empresa?

Porque as decisões que mais pesam no futuro da empresa costumam ser tomadas sob pressão, com informação incompleta e sem ninguém de fora para questioná-las. Este trabalho melhora a qualidade dessas decisões: separa o problema do sintoma, mostra as rotas que existem e o que cada uma fecha, e deixa claro o que ainda não se sabe. Não garante o resultado, que depende também do mercado e da execução. Garante que a decisão foi tomada com o máximo de clareza disponível.

Para que tipo de empresa é este trabalho?

Para empresas com faturamento entre R$ 10 milhões e R$ 80 milhões, que têm uma decisão importante pela frente. Em geral, o empresário se reconhece numa das situações descritas no site, mas o que define o trabalho é o tipo de decisão, não a situação. Quando a empresa precisa de outro tipo de ajuda, digo isso na primeira conversa e indico quem pode ajudar.

Você trabalha com start-up?

Sim, desde que a empresa já fature entre R$ 10 milhões e R$ 80 milhões. Nesse estágio, o campo de decisões costuma ser amplo, e alinhar a visão do fundador aos objetivos de crescimento e de sustentabilidade do negócio, aos cenários do mercado, aos riscos e às rotas possíveis é fundamental.

Isso é consultoria?

Não. Consultoria está mais direcionada à gestão do negócio em variados campos e com vínculos de longo prazo. O meu trabalho é atuar, com método, nas decisões importantes que a empresa precisa tomar. Pode funcionar de forma complementar a um trabalho de consultoria, e pode servir para decidir se é preciso contratar uma.

Você é conselheiro consultivo?

Na sequência desse trabalho, posso sim continuar como seu conselheiro consultivo, num contrato próprio. Entretanto, o meu trabalho começa com uma decisão específica e termina quando ela é tomada. Nessa fase, trabalho com você, e não como membro de um conselho.

Qual a diferença entre conselheiro consultivo e conselheiro executivo?

O conselheiro executivo é alguém de dentro: diretor ou empregado da empresa, que decide, responde pela gestão e participa dela. O conselheiro consultivo é de fora. Não tem cargo, e por isso consegue dizer o que quem está dentro nem sempre pode dizer. Eu atuo sempre de fora.

Cresci, e todas as decisões grandes passam por mim. Você me ajuda a delegar?

Não no sentido de desenhar processos ou alçadas. Eu ajudo você a decidir o modelo de comando da empresa daqui em diante: seguir centralizando, montar uma diretoria com mandato, trazer um sócio operador ou criar um conselho. Dessa escolha sai o que continua sendo decisão sua, o que sai da sua mesa e que informação precisa chegar até você para decidir bem. Montar processos e rotinas de gestão é trabalho de consultoria.

Quanto tempo dura?

Depende do nível escolhido. A Leitura da Situação (N1) leva até três semanas. A Estruturação da Decisão (N2), de oito a dez semanas. O acompanhamento como conselheiro consultivo (N3) é opcional, com duração de seis meses, contrato próprio e renovável a seu critério.

Quando o trabalho termina?

No N1, com a entrega dos documentos. No N2, quando o evento definido em contrato acontece. Após a conclusão, agendamos um encontro em torno de um marco da rota escolhida, em até 60 dias, para acompanhar o desdobramento da decisão.

O que eu recebo ao final?

O principal é o Mapa Estratégico e, junto com ele, a rota escolhida e por quê, as alavancas prioritárias, um plano de trabalho detalhado, os sinais que obrigam a rever a decisão e o que fazer se o cenário mudar. São documentos que existem para nortear a sua condução e para levar à mesa do sócio, do banco ou da contraparte.

Quanto do meu tempo o trabalho exige?

A participação do decisor é fundamental nas sessões de trabalho. Além das sessões, a dedicação estará atrelada ao volume de trabalho referente à coleta, ao estudo e à análise de novas informações que levam à elaboração dos cenários e das rotas de decisão.

As sessões são presenciais ou online?

Os dois. Combinamos o formato que faz mais sentido em cada etapa.

Você executa o plano?

Eu participo da elaboração, mas não o executo. O plano é seu e da sua equipe. Eu não faço assessoria jurídica, apuração tributária, avaliação de empresa nem condução de compra e venda (M&A). Quando a decisão exigir um desses especialistas, ajudo você a escolher quem contratar.

Você ganha alguma coisa com a rota que eu escolher?

Não. Durante o trabalho, recebo o valor fixo, independente da sua decisão. Se, com a decisão tomada, você quiser que eu continue ao seu lado, por exemplo numa captação de recursos ou num processo de fusão e aquisição (M&A), isso é conversado à parte, em outro contrato.

Como fica o sigilo das informações que vou compartilhar e das nossas conversas?

O contrato tem cláusula de confidencialidade nos dois sentidos, que continua valendo por dois anos depois do término. Eu não cito clientes. Quando um caso vira exemplo, é só com autorização escrita e sem nada que identifique a empresa.

Quanto custa?

Depende do nível e da decisão em jogo (N1 ou N2). Ao final da Conversa de Diagnóstico, digo qual nível faz sentido e o preço, que é fechado.

Contato: contato@fabiobiaggio.com.br